'olha-me por entre a minha janela
sábado, 15 de março de 2008
Não sei se algum dia irás ter a oportnidade de ler isto. A oportunidade terás, como é claro! A disponibilidade é que nunca foi o teu forte, ou melhor sempre foi o teu fraco. Sempre me doeu muito, bem cá dentro, como ferida tudo o que me fizeste, ou o que não me fizeste, o que podias ter feito, o que não devias ter feito, o que sentiste ou o que não quiseste sentir. Foi há poucos segundo que me vieste novamente à memória. Foi mais forte do que eu. Não resisti. Espreitei-te, falei contigo, ou melhor falei sozinha, porque mais uma vez és parvo ao ponto de não falares, de não retribuires a merda de um OLá. Cansas-me, já to disse , não já? O que eu ainda não te disse foi que me cansaste, que me magoaste, que me torturaste e asfixiaste, que não me deste a oportunidade de voar ou de me manter lá bem no alto do sonho. Acho errado o que fizeste e o que continuas a fazer. Não tenho palavras para te definir a ti e às tuas merdas de comportamento, acredita. Se tu não existisses, alguém teria de te inventar. Não conheço ninguém assim, porra! É impressioante. Não quero mais falar sobre isto. Para mim desapareceste já há algum tempo do meu mapa, portanto estou bem com isso. Mantem-te como estás, que estás bem, querido. 3
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